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Respeito às diferenças

Mãe agradece apoio e conta como o filho com deficiência foi acolhido na unidade da LBV em Goiânia/GO.

Já contamos por aqui um pouco da história de Mônica Alves da Silva, mãe atendida pela LBV em Goiânia/GO.

Agora, compartilhamos com você uma entrevista que essa aguerrida mulher concedeu à equipe da revista BOA VONTADE. O texto a seguir foi extraído da reportagem "Por uma sociedade mais inclusiva", publicada na edição nº 275, de setembro de 2022.


Na unidade da LBV na capital goiana, a reportagem da revista conheceu Mônica Alves da Silva, 35 anos, uma manauara que vive há mais de 10 anos na cidade, mãe que luta para criar e educar quatro filhos. Dois deles, por terem idade para participar do serviço de convivência Criança: Futuro no Presente!, são atendidos diretamente pela iniciativa, mas a família inteira acaba sendo beneficiada de alguma forma.

Egeziel Castro

Mônica Alves da Silva posa ao lado dos filhos Rayan, 9 anos, Ranailly, 11, e Javier, 2.

“A LBV nos apoia em tudo; se eu precisar, posso ligar a qualquer hora. A Instituição ajuda muito [na tarefa de educar as crianças]. Quando chegam da escola, já vêm para cá [Centro Comunitário da Entidade], almoçam, lancham, fazem tudo aqui, várias atividades. É o que eu sempre quis para eles, para não ficarem na rua. Eles adoram vir para cá. No dia que não vêm, acham ruim.”

Rayan da Silva Said, de 9 anos, provavelmente foi o filho de Mônica que mais gostou de ter a oportunidade de estar na Entidade. Antes de frequentar o lugar, era introvertido, muito pelos preconceitos que vivenciou no antigo grupo escolar, por causa da deficiência nos membros superiores. Além da afetividade dos educadores, o garoto foi acolhido de imediato pelos novos colegas do serviço de convivência, e isso fez uma enorme diferença para ele.

“O Rayan tinha medo de se entrosar com os outros por conta da rejeição, mas, na LBV, foi o contrário, os meninos sempre gostaram dele. Ele fala que aqui os colegas o ajudam, porque tem dificuldade de levar a mão para a boca e, na hora de comer, é complicado. Aí os meninos ajudam, põem comida pra ele, dão apoio, e, assim, ele supera as coisas. Tenho muito orgulho dele.”

Mônica diz que foi fundamental ter o conhecimento de leis, dos aparatos públicos para cuidar melhor do filho: “Até o BPC [Benefício de Prestação Continuada] a LBV nos ajudou [a buscar]. É a renda que a gente tem agora, chegou em um momento em que eu precisava bastante, porque não podia mais trabalhar para fazer o tratamento dele, pois exige que eu saia com ele várias vezes por semana”.

Egeziel Castro

Rayan Said (à esquerda), 9 anos, encontrou no serviço de convivência da LBV a amizade dos colegas e o afeto dos educadores, fatores que o fizeram um menino ainda mais alegre e comunicativo.

Rayan, por sua vez, é um garoto cheio de energia e alegre. Na LBV, adora participar das atividades esportivas e sonha em ser jogador de futebol. Com um lindo sorriso, ao ser entrevistado, agradeceu por tudo o que compartilha na Organização:

“Queria falar para os meus amigos e para a LBV que eles me ajudaram muito, me acolheram, fizeram um monte de coisas por mim!”

Para ler essa reportagem na íntegra e outras matérias da revista BOA VONTADE nº 275clique aqui.

* Com colaboração de Egeziel Castro, da Equipe da LBV.