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“Com o meu trabalho, outra mãe conseguirá alimentar seus filhos”

Para Janefer da Silva, o grande incentivo para realizar seu serviço na LBV está “na empatia e no Amor ao próximo."

Na LBV, a participação ativa das mulheres ocorre em todos os níveis. Elas estão integradas, por exemplo, na preocupação em trazer recursos para a manutenção do trabalho da organização.

Bianca Gunha

    

Entre essas agentes solidárias, está a curitibana Janefer Roberto da Silva, 33 anos, que batalha para manter a filha, Emelyn Vicytoria, 11, e que há quatro anos se dedica a solicitar o apoio de doadores para a causa da Entidade na capital paranaense.

“É gratificante saber que, com o meu trabalho, outra mãe conseguirá alimentar o seu filho, isso me deixa feliz. Nós, mães, sentimos na pele o que é um filho pedir leite ou outra coisa que seja, e não ter para dar. Eu sempre digo aos colaboradores quando estou em uma ligação que a fome é a primeira pandemia do mundo, ela sempre existiu. E, agora, com a Covid-19, a situação ficou ainda mais precária, devastadora para muitas famílias."

"Fazer parte deste elo, desta Corrente do Bem da LBV, é levar Esperança de que chegará um prato de comida, uma cesta de alimentos para as pessoas [em situação de vulnerabilidade social]”, ressalta

Para Janefer, o grande incentivo para acordar e realizar esse serviço tão importante na LBV está “na empatia, na solidariedade, em tudo que envolve o Amor ao próximo. Minha filha entende o meu trabalho e sempre me diz: ‘mãe, tudo que você faz pelos outros é o que faz pra mim. Você é mãe de todo mundo’”.

Essa entrevista foi publicada originalmente na revista BOA VONTADE nº 271, de abril de 2022. Para ler outros conteúdos desta edição, clique aqui.

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