Por uma cultura de Paz
Paiva Netto*
Próximo vem o Natal de Jesus. E um novo ano se aproxima. Que se renove, pois, a esperança de vivenciarmos — e que não seja num futuro tão distante — atmosfera de maior respeito à vida, com o estabelecimento de uma verdadeira cultura de paz. Porém, “o Brasil é uma sociedade com Ãndices de vitimização por armas de fogo que superam os paÃses em guerraâ€. Este é um mapeamento feito pelo Small Arms Survey 2007 (Programa sobre Armas Leves), em Genebra/SuÃça. Será que já conseguimos sair dessa lamentável estatÃstica? É certo que sociedade e governo não estão parados. A violência não pode continuar sendo esse fantasma que nos assombra por toda parte.
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De acordo com Ligia Rechenberg, coordenadora de gestão do conhecimento do Instituto Sou da Paz, “há uns 20 anos, os brasileiros vivem uma sensação de insegurança muito grande. Todo mundo se sente vulnerávelâ€. Ligia ressaltou à Boa Vontade TV que “nosso paÃs não está em guerra, não tem nenhum conflito deflagrado; contudo, alguns estudos apontam para quase 14 milhões de armas circulando no paÃs. É um número bastante elevadoâ€. E atentemos para o que ela revela: “Somado a tudo isso, há um aspecto que as pesquisas começam a mostrar agora e que é muito pouco comentado. Temos aà traços da nossa cultura, em que meninos aprendem desde cedo a não levar desaforo para casa e a sempre provar sua masculinidade pela violência, seja no jogo de futebol, na escola, entre os amigos. Isso vai crescendo e sendo levado para outros ambientes da sociedade. Um dado da PolÃcia Civil do Estado de São Paulo, mas que serve para muitas regiões do Brasil, diz que 60% dos homicÃdios são cometidos por pessoas que se conhecem, sem antecedentes criminaisâ€.
Realmente há muito que fazer. Perseveremos e ampliemos a interação entre famÃlias, sistema educacional e comunidades no desarmamento igualmente dos corações. União significa força. Esse conceito não mudou. E que Deus nos ampare!
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O LIVRO DO BONI
Em noite de autógrafos, na capital paulista, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o simpático Boni, lançou sua obra “O Livro do Boniâ€.
“Um livro de amor à televisão.†Assim denominou seu trabalho, ao falar à Super Rede Boa Vontade (rádio, TV e internet), destacando que apresenta “episódios úteis para as pessoas que no futuro queiram tomar decisões sobre vários programas de TVâ€.
Ao estar com a equipe da Legião da Boa Vontade, o renomado diretor de televisão enviou-me exemplar de sua autobiografia, com esta dedicatória, que fraternalmente agradeço: “Ao querido amigo José de Paiva Netto, com os cumprimentos pela sua obra na LBV. Abraço do Boniâ€.
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SAGA EMPRESARIAL
No Rio de Janeiro, outro prestigiado lançamento literário foi o do empresário Eike Batista. Em “O X da questão: A trajetória do maior empreendedor do Brasilâ€, a partir de conversas com o jornalista Roberto D’Ãvila, ele nos traz experiências de sua vida que culminaram no sucesso empresarial que alcançou.
Ao ilustre empresário, o meu agradecimento pela dedicatória com que me honrou: “Paiva Netto, obrigado pela carinhosa presença. X Eike Batistaâ€.
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________________________________________________ *José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter). Filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central.
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